É imensa a lista de entorpecentes químicos ilícitos que provocam alterações de comportamento. Há pouco tempo surgiu o que está se denominando de drogas digitais. Mas, efetivamente, o que são e como agem estes possíveis alucinógenos?
As informações ainda são bem escassas, mas tudo o que se sabe é que as drogas digitais são músicas, normalmente em formato de MP3, que possuem a capacidade de provocar alterações na mente daqueles que as escuta.
Variando muito, estas músicas são baseadas no que é denominado de sons binaurais. Ou seja, são postos dois tons em freqüência aproximada para causar o poder de sincronizar as ondas do cérebro e, supostamente, modificar o estado da mente.
Disponíveis facilmente na web, as drogas digitais têm esse nome por causarem sensações similares às ocasionadas pelo LSD ou pela maconha. Para aumentar o poder de “alucinação”, a música vem na companhia de sequências de imagens psicodélicas e zumbidos estratégicos. Muitas vezes para alcançar a suposta percepção é preciso treino e autossugestão.
Por não conter substâncias químicas, não há estudos científicos reais que comprovem os efeitos após ouvir e ver alguma droga digital. O que se tem de mais concreto ainda são matérias de tablóides alertando sobre possíveis perigos.
Dicas da Mundo Estranho.




