Estima-se que existem cinco mil famílias no país que concentram sozinhas a marca de 40% do Produto Interno Bruto – PIB do Brasil. Para se ter ideia, em números, isso significa R$ 1,65 trilhões de reais. Cerca de R$ 294 milhões por família.
Considerando os dados, a deputada Jandira Feghali, do PC do B do Rio de Janeiro, propôs um projeto de lei que criasse uma espécie de imposto ou uma taxa que incidisse sobre grandes fortunas. A CUT – Central Única dos Trabalhadores fez da proposta uma de suas bandeiras.
Em princípio, seriam estipuladas nove faixas de riquezas. Assim, passaria a pagar a taxa os contribuntes que possuíssem patrimônio acima dos R$ 4 milhões de reais. A contribuição mínima é de 0,4% sobre o montante em dinheiro, podendo chegar até a marca de 2,1% para as fortunas de R$ 150 milhões de reais ou mais.
As famílias mais ricas do país são poucos mencionadas até mesmo na web. Mas, pensando nos homens mais afortunados do Brasil, não podemos esquecer Eike Batista. Segundo a Forbes, ele é o primeiro homem mais endinheirado do país e oitavo do mundo. Sua fortuna chega a R$ bilhões de dólares.
Depois de Eike, seguem os brasileiros:
- João Paulo Lemann
- Joseph Safra
- Marcel Telles
- Benjamin Steinbruch
- Carlos Alberto Sicupira
- Antonio Ermírio de Moraes
- Aloysio de Andrade Faria
- Abílio Diniz e
- Alfredo Egydio Arruda Villela Filho.
Com a aprovação do projeto de lei da deputada Jandira, estima-se conseguir uma arrecadação anual de cerca de R$ 14 bilhões de reais. Resta pensar onde esta dinheirama vai ser aplicada. Esperamos que em benefício dos menos favorecidos.




